Mostrando postagens com marcador outono. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador outono. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 9 de setembro de 2021
Quando o noivo não foi quem todos esperavam...
Quando a gente pensa que já viu tudo, não viu nada. Você já tinha visto um dos noivos ser trocado na véspera do sim? Pois eu vi. Convites mandados com muita atencedência, cerimônia e festa preparadíssimas, tudo perfeito nos mínimos detalhes. Os convidados chegando na Ilha da Gigoia. O Solar das Palmeiras todo enfeitado com plumas brancas, abacaxis prateados, anjos. Convidados vestindo branco, respondendo ao pedido dos noivos. Um dos noivos, Eder Meneghine, também de branco, com longo sautoir de pérolas de três voltas, parecendo um pouco nervoso. Nada de diferente de todos os casamentos. Chega a hora da cerimônia, todos em seus lugares, a juíza de paz pronta para iniciar a celebração. Eder sobe ao altar e comunica: "Ontem houve um pequeno problema com o noivo original e vou me casar com outro." Silêncio. E o outro nada menos era do que seu ex, o chef Hugo Oliveira, com quem vivera 18 longos anos. Em meio à emoção, entra Hugo com seu cachorrinho. Uns choravam, outros aplaudiam, outros ainda gritavam. Isabelita dos Patins chegou com as alianças depois de um pequeno tombo. As pernas dela e de todos tremeram. Mas Eder deu seu grito de independência, bem no dia 7 de setembro, para felicidade geral dos amigos. Todos felicíssimos com a troca mais do que merecida. E a festa foi muito mais alegre do que teria sido. Que sejam felizes para sempre! Fotos Paulo de Deus.
Eder e Hugo
Vera Tostes e José Newton Cunha
Marcia Veríssimo e Pedro Senna
Eu, Yuri Antigo e Rosana Rodrigues, a Fofa
Vera Loyola e Hosana Pereira
Bete Suzano, Neville de Almeida e Rosangela Oliveira
Isabelita dos Patins, Eder e Claudia Jannuzzi
Alexandre Capelli, Jaqueline Barreto e André Werneck
Jacob Benoliel, Hugo Oliveira e Kerlon Muniz
Patrick Falkenburg e Eduarda Marocco
quarta-feira, 23 de junho de 2021
PETIT-POIS
A Casa de quem cria
Casa centenária, no Jardim Botânico, cercada de verde e afeto, ganhou ares ainda mais aconchegantes. Regina Kato, sócia do Fernando Jaeger no Rio, convidou, em parceria com a curadora Simone Raitzik, arquitetos e pessoas ligadas à indústria criativa para transformar a simpática sede do Atelier Fernando Jaeger em uma casa real. É a mostra A Casa de quem cria que até 30 de julho ocupa os 11 ambientes do imóvel tombado, trazendo o clima de uma casa de verdade. Cada ambiente foi entregue a um arquiteto, a quem coube criar um espaço de introspecção e confinamento (nesses tempos de pandemia) para um criador (pessoas ligadas à moda, artes plásticas, design, cenografia etc). Todos os ambientes são resultado desta parceria.
Cris Passos, criadora, e Isabela Capeto, estilista. Um lounge alegre, divertido e intimista, com referências e detalhes que a própria homenageada - Isabela Capeto - idealizou. Um lugar para receber amigos e beber um drink antes do jantar
Carol Wambier,criadora, e Cristina Aché, tinturista. Um refúgio para a criação, leituras, descanso e contemplação: assim é espaço da artista Cristina Aché. O azul, uma de suas cores favoritas, colore o muro (com pigmento mineral), e os linhos das almofadas e cortinas. A maior parte das peças é feita com a técnica de tingimento milenar japonesa, o shibori, que dá às fibras uma tridimensionalidade.
Que tal se hospedar em Versailles?
Agora é possível. O hotel Le Grand Controle teve sua abertura atrasada pela Covid 19 mas já pode ser desfrutado por quem deseja acordar dentro desse Patrimônio da Humanidade, construído no século XVII por Luis XIV. Cada um dos 14 quartos e suítes receberam nomes ligados à propriedade. O restaurante do hotel é dirigido pelo famoso Alan Ducasse. 0 menu é inspirado em Luis XIV e o chá da tarde em Maria Antonieta. A vista dá para a famosa Orangerie. O hotel ocupa três edifícios históricos de 1681, pertence ao grupo de hotéis de luxo Airelles e oferece também um spa Valmont com piscina coberta de 15 metros. Detalhe: a diária é cerca de 10 mil reais.
A volta do xadrez
Uma das padronagens mais clássicas do mundo da moda, a estampa xadrez foi introduzida pelos escoceses, os primeiros a usarem os desenhos quadriculados. Arrebatou composições sofisticadas nos anos 1950, viralizou na cena punk/grunge nas décadas de 1980 e 1990, e invadiu as composições invernais. Hoje ele se consagra como item must have, dominando o street style e é uma das apostas de Verônica Hime, dona e estilista da carioca Via Boho para esse inverno.
Verde esperança
A Bottega Veneta continua apostando no seu verde, que se tornou objeto de desejo, na coleção Pre fall 2021 masculina e feminina Wardobre 02, desenhada por Daniel Lee. Plumas e brilhos contrastam com cortes mais sóbrios, num jogo de minimalismo e maximalismo.
Encontro inesperado
O cardiologista paulista, agora radicado no Rio, Leonardo Quicoli se encontrou com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em almoço no Mr.Lam.
Encontro marcado
Para aquecer uma tarde chuvosa e matar as saudades de Beth Serpa, que não viam há muito tempo, as amigas Paula Almeida, Renata Fraga, Maninha Barbosa, Teresinha Matta, Ana de Paula e Alice Tamborindeguy marcaram um delicioso almoço no Posì, recheado de muitas risadas.
quinta-feira, 25 de março de 2021
Aniversário de Clara Magalhães na São José
Clara Magalhães festejou seu aniversário junto com o da amiga Patrícia Peltier com missa celebrada por padre Omar na igreja São José da Lagoa e aproveitou para homenagear todas as mulheres, especialmente as aniversariantes de março. A missa, emocionante, com músicas lindas cantadas por Clara, foi online, seguida pelo instagram pelas amigas que não puderam comparecer.
Padre Omar e Clara no altar
Ano passado, a festa foi assim, presencial e linda, com direito a bolo e docinhos da Raphinha! Fotos InstaFofy
O bolo
As flores e os doces
Clara e Fofy
Lenir Lampreia e Mylene Peltier
Cleuba Verri
Katia Spolavori, Renata Fraga, Teresa Barros Franco e Fofy
domingo, 20 de dezembro de 2020
Signatures, restaurante-escola da Le Cordon Bleu, celebra um ano em Botafogo
O Signatures RJ, restaurante-escola da Le Cordon Bleu, em Botafogo, celebrou o primeiro aniversário e o lançamento do menu de verão assinado pela equipe de chefs da Ècole, liderada pelo head chef Philippe Brye com curadoria da diretora geral no Brasil, Sofia Mesquita, com delicioso jantar. Fotos Vera Donato.
Pedro Mello e Souza e chef Philippe Brye
Leo Jaime entre Davi e Daniela
Bruno Chateaubriand e Diogo Bocca
Leila Sterenberg e André Martins
Juvenal Muller e Victor Niskier
Roberto e Letícia Hirth
Bianca Teixeira, ivo Madoglio e Sofia Mesquita
segunda-feira, 8 de junho de 2009
O Rio deságua no mar das minhas lembranças
O Rio é uma caixinha de surpresas que eu adoro ir abrindo, devagarinho, descobrindo cada cantinho. Os dias de outono estão lindos, azuis, gostosos, nem muito quentes, nem muito frios, no ponto pra gente sair e aproveitar. Outro dia, fui comer um peixe no Garota da Urca, regado a cerveja, e com pastéis de tira-gosto.
Foi uma viagem ao passado, ao meu primeiro apartamento, logo depois de casada, ali na Manoel Niobei, uma graça, com sua varandinha, suas portas e janelas que pintamos de laranja. Bons tempos aqueles em que eu não tinha televisão, telefone - falava no orelhão -, subia escada porque o prédio, pequeno e antigo, não tinha elevador, e me sentia a pessoa mais feliz do mundo. Lembrei da feirinha na praça, dos passeios pela orla iluminada, da missa aos domingos na igreja da Urca onde fui batizada e fiz minha primeira comunhão, dos jantares que gostava de fazer, sempre às terças, sempre com o mesmo menu, haddock na manteiga com alcaparras e batatas, dos sonhos que ficaram para trás.

Mas o futuro estava ali, na minha frente, e pra frente é que se anda. O prédio do Cassino da Urca finalmente sendo reformado, recuperado. Vai virar escola de design. Tem gente a favor, tem gente contra, mas como é bom ver aquele prédio tão bonito viver de novo...
Minhas amigas Ilva de Oliveira e Miriam Gagliardi me convidaram e lá fui eu, comer aquela picanha deliciosa do Esplanada Grill. Era uma quarta, mas estava cheio. Na mesa ao lado, Antonio Neves da Rocha. No canto, Paulinho Müller, recém-chegado do spa da Ligia Azevedo, alguns quilos mais magro, com Bebel Sued. Regina Gama entra com o filho. Um movimento constante. Alessandra, filha da Miriam, levou o filho Bento para eu ver. Nossa, que fofo! Está enorme e é super simpático. Depois, fomos bater perna por Ipanema, conferir o comércio luxuoso da Garcia, as novidades do atelier de Bianca Marques, com muitos quadriculados e lenços indianos de capotar, as calças maravilhosas da Mixed, as bolsas da Forum. Dá vontade de sair comprando tudo...
Fui ver o documentário sobre o Simonal, Ninguém sabe o duro que dei. Saí chorando. Por ele e por mim. Voltaram as lembranças de quanto fui perseguida só porque era filha de militar, de quanto tive que brigar na vida para defender meus pontos de vista, desde a faculdade e pela minha trajetória profissional, onde sempre me senti uma estranha num ninho de esquerda. Eu que sempre fui apolítica e até um pouco alienada! De volta de novo ao passado, lembrei de quando trabalhava em O Globo e fui fazer uma viagem num feriado, com meu marido, a Buenos Aires. Como soube na volta, por meus colegas, que tinham arrombado minhas gavetas procurando provas imaginárias de que eu entregava meus colegas ao SNI. Da dor e da revolta que aquilo me causou. De como acabei pedindo demissão sem nem voltar lá. Meu marido foi buscar minhas coisas e providenciar tudo para mim. Imagino bem o que Simonal sofreu, numa maldade tão proporcionalmente maior e injusta.
Mas voltando às coisas boas da vida, finalmente fui conhecer e provar o Bistrô do MAC. Que coisa linda! O dia estava especialmente azul e das janelas estreitas o visual era capotante. A comida, muito boa, a caipivodka também, amigas que eu adoro, o que mais se pode querer? Aliás, Niterói continua lindo, bem-cuidada, aquele trecho da Praia das Flechas, com seus prédios, o MAC e o visual do Rio é espetacular.
Falando em amigos queridos, o aniversário de Bruno Chateaubriand me levou à Gávea, à casa de Isabel Ramos, onde André comemorava o niver de Bruno com jantar. Arranjos de rosas brancas, champagne geladíssimo com morangos, duas barcas imensas de delícias japonesas, queijos fantásticos, caviar, salmon, patê, uma massa quentinha e um arroz de pato delicioso. O bolo, de Rosely Bonfante, de três andares, branco, com estrelas e iniciais de Bruno em dourado, lindo. Tudo muito chic, como sempre. Os irmãos ginastas Hypolito, Daniela e Diego, Rosamaria Murtinho, Luis Xavier, Leda Nagle, Luciana e Beto Pittigliani, Alexandre Ibitinga e Marcia Veríssimo, contando de sua recente viagem a Paris e Londres, Marie Annick Mercier, Madeleine Saade e a filha Tamima, que se casa agora em julho, Fabiano Niederauer e Luciana, da Inesquecível Casamento, George Fauci e Vanessa de Oliveira, entre os convidados.
Dia 29, é dia de comer nhoque da fortuna. Já fui mais fiel a esta tradição. Mas meu amigo Luis Villarino me fez voltar a ela com um convite para uma noite de nhoque, no Margutta. Conceição estava lá, com a sua simpatia, recebendo, ajudada por Patrícia Oliveira, uma multidão de amigos, que ia de Isabelita dos Patins, com colar que ganhou de presente de Ana Maria Braga, a Paulo Barragat, Pedrinho Aguinaga, Fernanda Bruni, Valeska Carvalho, Rawlson de Thuin, Ilka Bambirra, Pepita Rodrigues com Javier, Adele Fátima, Beth Susano, Amaro Leandro, a poeta Neide Archanjo. Coloquei meu dinheiro embaixo do prato e espero que se multiplique...
Só o Rio para nos oferecer coisas tão legais como RioHarpFestival, do projeto Música no Museu. Vou todos os anos e este não foi diferente. Num sábado ensolarado, eu e minha irmã Sylce rumamos para o Jardim Botânico, para ouvir um repertório em homenagem aos 50 anos da morte de Villa-Lobos, no Teatro Tom Jobim, com a harpista Vanja Ferreira e a soprano Paloma Godoy. Que delícia! Sergio Costa e Silva, o organizador, está realmente de parabéns. O auditório estava lotadíssimo, ouvindo aquela música divina no mais absoluto silêncio. Depois, resolvemos dar uma volta pelo JB. Como está bem cuidado, que bom...
Que diferença do tempo em que passeava pelas suas alamedas com meu pai, nos seus últimos anos de vida. Há muito tempo que não ia lá. Fiquei feliz. Para completar, um almoço suculento no Filé de Ouro, ali pertinho, antes de voltar para casa em estado de graça.
Mas o Rio, infelizmente, tem seus lados negros. Ai de ti, Copacabana. Tive que ir a um cartório no Posto Seis e fiquei horrorizada com o abandono das ruas, das pessoas. Dá medo andar por ali. Uma pena, porque a praia é tão linda, o pôr do sol coloria tudo de rosa deixando mais lindo ainda. Mas sujeira e gente jogada nas sarjetas não dá! Que diferença dos anos da minha juventude, que passei em Copa, em que a gente andava para cima e para baixo, nas suas calçadas, sem medo de ser feliz...
Foi uma viagem ao passado, ao meu primeiro apartamento, logo depois de casada, ali na Manoel Niobei, uma graça, com sua varandinha, suas portas e janelas que pintamos de laranja. Bons tempos aqueles em que eu não tinha televisão, telefone - falava no orelhão -, subia escada porque o prédio, pequeno e antigo, não tinha elevador, e me sentia a pessoa mais feliz do mundo. Lembrei da feirinha na praça, dos passeios pela orla iluminada, da missa aos domingos na igreja da Urca onde fui batizada e fiz minha primeira comunhão, dos jantares que gostava de fazer, sempre às terças, sempre com o mesmo menu, haddock na manteiga com alcaparras e batatas, dos sonhos que ficaram para trás.

Mas o futuro estava ali, na minha frente, e pra frente é que se anda. O prédio do Cassino da Urca finalmente sendo reformado, recuperado. Vai virar escola de design. Tem gente a favor, tem gente contra, mas como é bom ver aquele prédio tão bonito viver de novo...
Minhas amigas Ilva de Oliveira e Miriam Gagliardi me convidaram e lá fui eu, comer aquela picanha deliciosa do Esplanada Grill. Era uma quarta, mas estava cheio. Na mesa ao lado, Antonio Neves da Rocha. No canto, Paulinho Müller, recém-chegado do spa da Ligia Azevedo, alguns quilos mais magro, com Bebel Sued. Regina Gama entra com o filho. Um movimento constante. Alessandra, filha da Miriam, levou o filho Bento para eu ver. Nossa, que fofo! Está enorme e é super simpático. Depois, fomos bater perna por Ipanema, conferir o comércio luxuoso da Garcia, as novidades do atelier de Bianca Marques, com muitos quadriculados e lenços indianos de capotar, as calças maravilhosas da Mixed, as bolsas da Forum. Dá vontade de sair comprando tudo...
Fui ver o documentário sobre o Simonal, Ninguém sabe o duro que dei. Saí chorando. Por ele e por mim. Voltaram as lembranças de quanto fui perseguida só porque era filha de militar, de quanto tive que brigar na vida para defender meus pontos de vista, desde a faculdade e pela minha trajetória profissional, onde sempre me senti uma estranha num ninho de esquerda. Eu que sempre fui apolítica e até um pouco alienada! De volta de novo ao passado, lembrei de quando trabalhava em O Globo e fui fazer uma viagem num feriado, com meu marido, a Buenos Aires. Como soube na volta, por meus colegas, que tinham arrombado minhas gavetas procurando provas imaginárias de que eu entregava meus colegas ao SNI. Da dor e da revolta que aquilo me causou. De como acabei pedindo demissão sem nem voltar lá. Meu marido foi buscar minhas coisas e providenciar tudo para mim. Imagino bem o que Simonal sofreu, numa maldade tão proporcionalmente maior e injusta.
Mas voltando às coisas boas da vida, finalmente fui conhecer e provar o Bistrô do MAC. Que coisa linda! O dia estava especialmente azul e das janelas estreitas o visual era capotante. A comida, muito boa, a caipivodka também, amigas que eu adoro, o que mais se pode querer? Aliás, Niterói continua lindo, bem-cuidada, aquele trecho da Praia das Flechas, com seus prédios, o MAC e o visual do Rio é espetacular.
Falando em amigos queridos, o aniversário de Bruno Chateaubriand me levou à Gávea, à casa de Isabel Ramos, onde André comemorava o niver de Bruno com jantar. Arranjos de rosas brancas, champagne geladíssimo com morangos, duas barcas imensas de delícias japonesas, queijos fantásticos, caviar, salmon, patê, uma massa quentinha e um arroz de pato delicioso. O bolo, de Rosely Bonfante, de três andares, branco, com estrelas e iniciais de Bruno em dourado, lindo. Tudo muito chic, como sempre. Os irmãos ginastas Hypolito, Daniela e Diego, Rosamaria Murtinho, Luis Xavier, Leda Nagle, Luciana e Beto Pittigliani, Alexandre Ibitinga e Marcia Veríssimo, contando de sua recente viagem a Paris e Londres, Marie Annick Mercier, Madeleine Saade e a filha Tamima, que se casa agora em julho, Fabiano Niederauer e Luciana, da Inesquecível Casamento, George Fauci e Vanessa de Oliveira, entre os convidados.
Dia 29, é dia de comer nhoque da fortuna. Já fui mais fiel a esta tradição. Mas meu amigo Luis Villarino me fez voltar a ela com um convite para uma noite de nhoque, no Margutta. Conceição estava lá, com a sua simpatia, recebendo, ajudada por Patrícia Oliveira, uma multidão de amigos, que ia de Isabelita dos Patins, com colar que ganhou de presente de Ana Maria Braga, a Paulo Barragat, Pedrinho Aguinaga, Fernanda Bruni, Valeska Carvalho, Rawlson de Thuin, Ilka Bambirra, Pepita Rodrigues com Javier, Adele Fátima, Beth Susano, Amaro Leandro, a poeta Neide Archanjo. Coloquei meu dinheiro embaixo do prato e espero que se multiplique...
Só o Rio para nos oferecer coisas tão legais como RioHarpFestival, do projeto Música no Museu. Vou todos os anos e este não foi diferente. Num sábado ensolarado, eu e minha irmã Sylce rumamos para o Jardim Botânico, para ouvir um repertório em homenagem aos 50 anos da morte de Villa-Lobos, no Teatro Tom Jobim, com a harpista Vanja Ferreira e a soprano Paloma Godoy. Que delícia! Sergio Costa e Silva, o organizador, está realmente de parabéns. O auditório estava lotadíssimo, ouvindo aquela música divina no mais absoluto silêncio. Depois, resolvemos dar uma volta pelo JB. Como está bem cuidado, que bom...
Que diferença do tempo em que passeava pelas suas alamedas com meu pai, nos seus últimos anos de vida. Há muito tempo que não ia lá. Fiquei feliz. Para completar, um almoço suculento no Filé de Ouro, ali pertinho, antes de voltar para casa em estado de graça.
Mas o Rio, infelizmente, tem seus lados negros. Ai de ti, Copacabana. Tive que ir a um cartório no Posto Seis e fiquei horrorizada com o abandono das ruas, das pessoas. Dá medo andar por ali. Uma pena, porque a praia é tão linda, o pôr do sol coloria tudo de rosa deixando mais lindo ainda. Mas sujeira e gente jogada nas sarjetas não dá! Que diferença dos anos da minha juventude, que passei em Copa, em que a gente andava para cima e para baixo, nas suas calçadas, sem medo de ser feliz...
Assinar:
Postagens (Atom)































