terça-feira, 17 de novembro de 2009

Feijão amigo




Chegou mais um aniversário do Paulo Tasso e desta vez resolvemos comemorar com feijoada. Penha, a superempregada de minha irmã, foi convocada para comandar os panelões. Família e os amigos do Paulo. Trinta ao todo. O domingo era de jogo do Fluminense - meu filho é Nense doente - por isso marcamos o feijão para começar cedo, às 13h, e não atrapalhar a torcida que ia ao Maraca. Apesar de alguns infiltrados botafoguenses, da família especialmente, e raros flamenguistas e vascaínos, o resto era todo tricolor.



Paulo ficou responsável pelo som, de samba, claro, e pela caipirinha e pela cerveja geladíssima. Quase ninguém optou pela caipira, mas em compensação foram consumidas 105 latinhas de cerveja!
De sobremesa, não consegui escapar da torta de chocolate, a favorita do aniversariante, e encomendei na Lecadô uma torta de mousse de chocolate. Foi um sufoco. Nada de chegar a torta. Quando ligo, já 12h30, me informaram que estava agendada para entrega entre 18 e 22h! Quase tive uma síncope. Passado o susto, mandaram entregar antes...
Para refrescar o calor, encomendei picolés de frutas na Itália. Foi um sucesso! Não deu para quem quis mais... Penha fez ainda um doce de abóbora com coco, com queijo de Minas para acompanhar.





O feijão do Paulo bombou. De Curitiba, minha filha Ana Luiza e Rafael, meu netinho, afilhado do Paulo, que ficou todo bobo! Da Itália, Patrícia, filha de Walter, casado com minha sobrinha Cristina, e o filhinho Pedro, um fofo! Além da galera de Niterói, Mario, Sueli e cia, do Leblon, Luiziane e Alberto, da Tijuca e adjacências.


Os pais de Érica, namorada do Paulo, vieram pela primeira vez aqui em casa, com a madrinha dela. Foi muito simpático.
Paulo ganhou uma camisa do Fluminense da sogra e colocou na festa. Garoto esperto!
O primeiro pedaço do bolo foi, lógico, para o Rafinha. Walter, que fez anos na véspera, também soprou as velinhas, os aniversariantes ajudados pela garotada.



Foi um típico domingo carioca, com colchões espalhados pela sala para a criançada cochilar perto dos olhos das mamães, Zulu, meu poodle, participando de tudo, enfim, aquela doce confusão, montes de panelas, louças, talheres, copos, ufa!...
PS. O Fluminense ganhou o jogo, o que garantiu o bom humor do Paulo no final do dia das comemorações de seu aniversário.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O Rio de Janeiro continua lindo!


O Rio de Janeiro continua sendo a minha cidade favorita, aquela em que adoro viver. A cada volta, tenho mais certeza disto. Em casa, me esperava uma feijoada caprichada, feita pela minha fiel escudeira Antonia com supervisão de meu filho Paulo e da namorada Érica. Paulo preparou uma caipirinha no capricho e colocou de fundo a música de Chico Buarque. A natureza também me fez uma surpresa. Floriu de rosa a árvore que avisto da minha janela. Podia ser melhor?


O reencontro com as amigas não poderia ter sido mais carioca, no Alma Carioca, recém-inaugurado na Praia de Botafogo, um charme, com lustres e abajures com o desenho do calçadão de Copacabana, os garçons e garçonetes vestidos de camisas listradas, um varandão com vista para a praia... O happy hour foi regado à caipirinha também, com muito pastel e batata frita.


Dia 28, fui fazer a visita de todos os anos a São Judas, meu santo das causas impossíveis. Rezei, acendi minhas velas, agradeci, pedi, comi a mesma cocada de todas as vezes, comprada na mesma barraca, e voltei mais leve para casa, sabendo que, lá de cima, ele está intercedendo por mim, pela minha família, pelos meus amigos e por esta cidade.
Sábado, bati ponto na minha feirinha da General Glicério, que é um sucesso internacional, com Zulu, meu poodle. Passei em revista as barracas de artesanato, comprei minhas frutas e legumes, e não deixei de comer meu pastel com aquela caipirinha caprichada.


A família é festeira e dia primeiro foi o aniversário de 18 anos de André, filha de minha sobrinha Cristina e Walter. Um bacalhau divino, um creme de frango delicioso, uma salada super bem temperada e muita cerveja para colocar o papo em dia.
Na missa da igreja Santa Teresinha, a santa a quem fui consagrada, como todo o dia primeiro de cada mês, houve a distribuição de rosas vermelhas, que o padre benzeu uma a uma. Trouxe a minha para casa para que ela continuasse nos abençoando.





Dia de finados, fomos comemorar a vida. Eu, meu filho Paulo, Érica e a mãe dela, Sueli. Resolvemos almoçar no Bar Urca, lotado. Enfrentamos uma espera de duas horas, mas até que foi divertido, sentados na escadinha que leva ao mar, junto à mureta, comendo o quê? Pastel, claro. Bebendo o quê? Cerveja, claro. O almoço, com peixe fresquíssimo recheado com camarão e arroz com castanhas, estava maravilhoso!


Dia 4, outra festa, desta vez o aniversário de Cristina, com chá no Porto Bay Internacional Hotel, na Avenida Atlântica, com aquela vista toda para matar as saudades.


Minha amiga Chomprezinha estava em Portugal e chegou. Foi mais um motivo para nos encontrarmos e trocarmos figurinhas de viagem. A reunião foi no Bar do Adão, um sobrado super simpático, em Botafogo, com pastel, como sempre, e cervejinha gelada para os muitos brindes.
Nos intervalos, ainda vi Chanel e Quatro Natais no blue ray que trouxe para o Paulo, um espetáculo!, arrumei os armários, viva!, tirei um monte de coisas, como todos os anos, para dar, e ainda enfrentei umas obras aqui em casa, preparando para o Natal. Ufa, cansei, mas valeu...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Houston, we have a problem. We miss you!


Houston passou pela minha vida como um tornado. Rápido e forte. Foi um ano de idas e vindas na ponte-aérea Rio-Houston-Rio, acompanhando de pertinho todos os melhores lances do primeiro ano de vida de meu neto Rafael. Como foi gostoso...
A viagem de Nova York para Houston foi uma aventura. O vôo saiu cedíssimo, tive que madrugar. Depois, a chuva não permitiu que aterrissassemos em Houston. Tivemos que ir até New Orleans e ficar aguardando nova ordem de pouso, dentro do avião. Minha chegada acabou atrasando mais de quatro horas e Ana Luiza me esperando no aeroporto...


Logo que cheguei, desta vez, depois de mais de quatro meses de ausência física - porque pelo skype nos falamos todos os dias - Rafael me olhou meio desconfiado. Mas logo deu sinal de me reconhecer e voltamos às velhas brincadeiras e às antigas músicas. Nas duas noites em que Ana Luiza e Dudu saíram e ele ficou comigo, sozinho, se comportou às mil maravilhas, não chorou, nem estranhou, comeu, tomou banho e dormiu tranquilo. No dia em que, doentinho, não pode ir para a creche, deu uma canseira na vovó, fomos ao parque, passeamos pelo condomínio, fizemos amigos e vimos os bichinhos.
Me despedi de Houston com tristeza e saudade como a gente se despede de um velho conhecido. Pela minha cabeça passaram cenas deste ano americano: o Halloween, as compras do Thanksgiving madrugada a dentro, os jogos do Houston Rocketts, a viagem a San Antonio, o dia em que nevou e fiquei olhando a neve, da janela, com Rafael, o Natal, os passeios com Rafinha pelo parque, minhas aventuras de ônibus pela cidade, a caminhada aos domingos até à igreja, para a missa, as pedaladas na academia do condomínio, com Rafael no carrinho, a meu lado, o sol na piscina, a festa de aniversário do Rafael... Tanta coisa...









Enquanto ajudava na mundança de Ana e Dudu para Curitiba, curti as últimas compras nas minhas lojas favoritas, peguei mais uma vez o ônibus para o T.J.Max e o Memorial Shopping, fui a pé a CVS comprar remédios, levei e peguei Rafael na creche com Ana - um dia, participamos de um treinamento para incêndio...



...fui à última consulta dele com a dra.Pamella MacGraw, com direito à vacinação...



...levamos Rafael para cortar o cabelo...




...almoçamos, toda a família, no Olive Garden, delicioso...


...e jantamos com amigos da Esso recém-chegados no Outback. Eu e Ana ainda tivemos tempo de descobrir a Chinatown de Houston.






Como a mudança saiu antes da gente e a casa ficou vazia, fomos para o hotel Residence, do Mariott, um quarto duplo, com dois banheiros, sala, cozinha, muito bom. Rafael enfrentou todas estas mudanças muito bem. E já está super adaptado na sua terra, Curitiba, gostando da creche, brincando com todo mundo no hotel em que se hospedam enquanto a mudança não chega e não alugam um novo apartamento.
Eu já estou no Rio, em plena arrumação de todo fim de ano, pensando no Natal, que vamos passar juntos aqui em casa. Mas esta é outra história, que vou contar semana que vem...